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09/01/2018 14:41

Futebol Asiático [Tópico Oficial]

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Velho e sábio

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Mensagem publicada em 09/01/2018 14:41
Manager argentino Ramon Diaz coloca o Al-Hilal no topo do futebol saudita


O gerente argentino de futebol da Al-Hilal, Ramon Diaz, falou à imprensa na sala de conferências do Príncipe Fahad Bin Salman antes do jogo contra Al-Taawoun pela liga saudita.

O treinador expressou prazer na última vitória contra Hajer na Copa do Rei e dando a oportunidade a alguns jogadores e descansando os outros, acrescentando que todos os jogadores serão submetidos a uma sessão tática nesta noite em preparação para o Al-Ettifaq continuar no topo da liga .

"Nós sofremos no último período; e temos a oportunidade de rotação do esquadrão, mas é uma questão normal em uma equipe tão grande como Al-Hilal; e temos jogadores profissionais que podem lidar com esse desgaste", disse Ramon Diaz.

Sobre o excelente desempenho de Mohammad Al-Shalhoub nas últimas situações de jogo, ele disse que Mohammad foi bem na última partida junto com os outros jogadores, e eles trabalham para a preparação de todo o time para estar pronto para os próximos jogos .

Enquanto isso, o jogador Faisal Darwish enfatizou que eles vão jogar forte para obter os três pontos e continuar a liderar o campeonato, acrescentou também: "Eu farei o meu melhor nas sessões de treinamento para estar pronto para a participação com a equipe, que é um grande desafio entre os jogadores".
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Velho e sábio

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Mensagem publicada em 10/01/2018 15:30
Empresário admite proposta do mundo árabe por destaque da Libertadores 2017

Al-Nassr, da Arábia Saudita, procurou o Barcelona de Guayaquil para adquirir o atacante Jonathan Álvez


Atacante Jonathan Álvez recebeu uma proposta do Al-Nassr, da Arábia Saudita

https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/libertadores/noticia/2018/01/empresario-admite-proposta-do-mundo-arabe-por-destaque-da-libertadores-2017-cjbzghx7e005j01p5koxuevok.html



Brasileiro Rafael Bastos defendeu o clube por três temporadas

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Pandora da Fiel

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Mensagem publicada em 11/01/2018 09:02
RAFAEL KEM///

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Mensagem publicada em 11/01/2018 16:39
Gigante de automóveis está por trás de ida milionária de Jô para o Japão


Jô abre cachecol com agradecimento a torcedores por volta à primeira divisão

Na noite da última terça-feira (9), o atacante Jô embarcou rumo a Nagoya para dar início à sua aventura no futebol asiático. Reforço do Grampus, equipe da cidade japonesa, ele é não apenas o maior negócio da história do futebol nipônico, mas a aposta de uma gigante: a montadora Toyota.

Fundadora do Nagoya Grampus, responsável pelo patrocínio máster do clube e também pela construção do Toyota Stadium, a empresa está por trás da operação que envolveu R$ 38 milhões para o Corinthians e sucedeu o acesso para a elite local. A contratação de Jô é vista como uma tentativa do clube em recuperar seu prestígio com torcedores depois de um ano na segunda divisão.

"É absolutamente um investimento da Toyota, uma jogada por prestígio", conta Dan Orlowitz, jornalista japonês do Football Tribe. "Eles claramente querem apagar o passado após voltar de sua primeira vez na segunda divisão", completou Dan, que aponta a possibilidade de o dinheiro envolvido no negócio ser oficialmente declarado como uma publicidade.

Presidente da Toyota, Akio Toyoda chegou a fazer um pronunciamento sobre a transferência de Jô ao Nagoya Grampus. "Estamos agradecidos que Jô decidiu se juntar ao Nagoya. É um jogador que é tesouro do futebol mundial.

O Brasil é o país onde primeiramente a Toyota se expandiu e se envolveu por mais de 50 anos. Em 2012, convidamos Mário Gobbi, presidente do Corinthians, para a cerimônia de inauguração de nossa fábrica em Sorocaba e recebi uma camisa com o nome Akio Toyoda", declarou ainda.

A temporada 2017, aliás, marcou um novo momento importante para o futebol japonês, graças a um novo acordo por direitos de transmissão que elevou as receitas dos clubes de maneira significativa. O contrato com a britânica Perform, válido por dez anos, tem um total de R$ 6,3 bilhões para as equipes e previsão de aumento a partir desse ano.

Revelado na Portuguesa e com trajetória recente por Cruzeiro, Sport e Vitória, Gabriel Xavier deixou o Barradão durante o ano passado para se tornar o principal nome do Nagoya Grampus no acesso. Ele explicou sobre a grandeza do clube, considerado um dos mais populares do Japão.

"A Toyota é patrocinadora, investe no clube. Por termos vindo de um rebaixamento e conseguirmos o acesso, e muito bem, eles devem investir bastante", contou Gabriel Xavier em entrevista ao UOL Esporte. O meia, que embarcou para Nagoya acompanhado de Jô e do volante Washington, companheiro de equipe no ano passado, ressaltou que a estrutura de primeiro mundo é um ponto alto do clube.

"É algo de primeira linha. O Cruzeiro, por exemplo, não deve nada a eles e vice-versa. Sobre o que há na Europa, também não deixa nada a desejar. É um clube que dá tudo do bom e do melhor. O CT é magnífico e tem dois estádios: um mais antigo e o estádio atual da Toyota", descreveu Xavier, que está emprestado pelo Cruzeiro e pensa em fincar raízes no Japão.

"Nagoya é a terceira maior cidade do Japão. Ali se encontra de tudo e até um pouco próximo de onde a gente mora temos um mercado brasileiro, temos churrascaria, comida, então ajuda bastante na adaptação por ser uma cidade grande. Culturalmente é diferente, há um choque, mas acabei me adaptando mais rápido porque os brasileiros me ajudaram no clube. A maior dificuldade é o idioma, mas temos um intérprete do clube", complementou.

Antes de rebaixamento, Grampus e Toyota queriam Robinho

Em 2015, antes de assinar com o Guangzhou Evergrande, Robinho era o nome desejado por Nagoya Grampus e Toyota para reforçar a equipe e servir de garoto propaganda para a gigante de automóveis. A oferta para atuar no futebol chinês, porém, acabou por ser mais interessante para o atacante, mas o projeto seguiu em pé.

Nas últimas semanas de 2017, o Nagoya Grampus agiu rapidamente e colocou na mesa, seja para aquisição ou para salários, valores mais interessantes do que clubes europeus se mostravam dispostos a pagar por Jô. Além de outras sondagens, o estafe do atacante recebeu contatos de Napoli-ITA e Borussia Dortmund-ALE, mas o melhor jogador do Brasileirão partiu rumo ao Japão.

Na análise do Nagoya, cuja ação foi surpreendente até para os empresários de Jô, que não esperavam uma procura do futebol japonês, pesou ainda um histórico recente além do Corinthians. A serviço do Al Shabab-EAU e do Jiangsu Suning-CHN, o atacante teve ótimo desempenho e deixou impressão positiva na Ásia.

https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2018/01/11/toyota-banca-aquisicao-e-quer-jo-para-recuperar-prestigio-com-torcida.htm
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Mensagem publicada em 11/01/2018 18:41
é agora que os trapianos param de desdenhar o Mundial Toyotão?


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Regulamento Paulistão 1990 (aprovado em 25.10.1989 pelo Conselho Arbitral = os 24 clubes da 1ª Divisão + FPF):
"Art. 50... § 2º No campeonato da primeira divisão de futebol profissional de 1990, não haverá descenso à divisão especial de futebol profissional..."

Divisão Especial = Série B (A-2 só existe desde 94)
Total equipes em 1990: 24
Posição final São Paulo: 15º (à frente de 9 equipes)

http://blogdobirner.virgula.uol.com.br/2007/11/06/1990-o-ano-em-que-o-sao-paulo-nao-caiu/

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Mensagem publicada em 12/01/2018 10:35
Atacante japonês de 50 anos renova contrato com Yokohama FC por mais uma temporada

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Mensagem publicada em 13/01/2018 15:43
Copinha do Japão tem público de 40 mil na final e transmissão ao vivo na TV aberta


Chuva, vento e temperatura na casa dos 10 graus na tarde de hoje não impediram 41.337 pessoas de comparecer ao Saitama Stadium 2002 para assistir à final do campeonato nacional de futebol colegial do Japão. Isso mesmo, futebol colegial. Com transmissão ao vivo na TV aberta e cobertura de toda a imprensa, a repercussão da partida não perde nem para os jogos da seleção japonesa principal.

"Acho que é mais popular até que a J-League", analisa o jornalista Wataru Funaki. "Até na primeira rodada teve jogo com mais de 10 mil espectadores. Desses mais de 40 mil que foram à final, acho que muitos não assistem à J-League normalmente. E o evento ainda foi transmitido no país inteiro pela televisão. Todos puderam assistir de graça pela tevê, enquanto a J-League você só pode ver por canais pagos. Mais do que o futebol em si, o aspecto emocional chama a atenção das pessoas", afirma Funaki.

https://www.youtube.com/watch?v=

Por que o futebol colegial é tão popular no Japão?

"Existem várias razões para isso. O torneio tem tradição e história, e todos sabemos o quanto o Japão valoriza isso", explana Dan Orlowitz, jornalista e fotógrafo norte-americano radicado no Japão que estava no Saisuta fazendo a cobertura da final. Orlowitz explicou que a competição acontece desde 1917, quatro anos antes da primeira edição da Copa do Imperador, o torneio adulto mais antigo do país. Além disso, a final acontece em um feriado. 8 de janeiro é o "Seijin no Hi" ou o Dia da Maioridade, celebração para quem completa 20 anos e, segundo o costume do país, se torna oficialmente um adulto. Assim, público e audiência são sempre grandes. A final do ano anterior foi o 14º jogo mais assistido na tevê na região de Kanto em 2017 inteiro.

"No Japão, tornar-se um bom atleta é apenas 50% da importância de praticar um esporte na escola", continua Orlowitz. "Os outros 50% têm a ver com crescimento pessoal, vivenciar dificuldades e sofrimento, trabalho em equipe e tornar-se um membro da sociedade. Esses garotos treinam todos os dias durante três anos para participar desse torneio. Para aqueles que não vão jogar na universidade nem ir para um clube profissional, esse é o provavelmente o último jogo importante da vida deles e você vê o quanto eles ficam emocionados. Se você entende o futebol colegial japonês, você entende um pouco melhor a alma do Japão."


"Para os japoneses, o colegial é uma época especial", afirma o jornalista Shinsuke Hayashi. "Até mesmo nos animês as histórias em que os personagens principais vestem uniformes escolares são bem populares, não é? Acho que todos os japoneses amam esse sentimento que envolve o último capítulo desse período da juventude em que você não é mais criança, mas ainda não é adulto. No esporte profissional, se você perde, sempre tem um próximo jogo. No esporte colegial é eliminatório, se perder acabou. Os alunos do terceiro ano vão se formar em março. Alguns vão para a faculdade, outros vão trabalhar. Esse é o ápice do futebol colegial, esse último momento antes da separação dos amigos que passaram tanto tempo juntos. Essa 'efemeridade' toca o coração dos japoneses, que amam flores de cerejeira", explicou Hayashi. {Nota: a flor de cerejeira é um dos símbolos do Japão, mas a flor desabrochada não dura mais que dez dias até cair e murchar}

"Sinceramente, a torcida é a parte mais impressionante", opina Orlowitz. "Escolas que ficam a centenas de quilômetros comparecem com bandas, cheerleaders e centenas de pais e alunos. E eles cantam sem parar durante o jogo inteiro, humilhariam qualquer torcida da Premier League. É até estranho ver o quão 'emotiva' é a cobertura da tevê, com muitas imagens dos jogadores e torcedores do time perdedor chorando. É parecido com a J-League quando começam a decidir os rebaixados. Mais uma vez, isso é uma coisa muito japonesa, um pouco difícil para as pessoas de fora entenderem. Mas é absurdo que um torneio de futebol colegial consegue atrair 40, 50 mil pessoas. Nenhum outro país do mundo é capaz disso!"


Final dramática: Maebashi vence com gol nos acréscimos

E ainda teve um jogo emocionante por trás de tudo isso. O segundanista Itsuki Enomoto marcou nos acréscimos do segundo tempo o gol da vitória por 1x0 do Colégio Maebashi Ikuei, representante da província de Gunma, que comemorou seu primeiro título na história do torneio. Ficou ainda mais dramático porque o vice-campeão Ryutsu Keizai Kashiwa (apelidado de Ryukei), da província de Chiba, não tinha sofrido nenhum gol em todos os jogos, até o último minuto da final.

Fundado em 1964, o Maebashi Ikuei participou do torneio pela 21ª vez e já revelou jogadores de seleção como Motohiro Yamaguchi, Naoki Matsuda e Hajime Hosogai. Tinha chegado à decisão duas vezes, mas nas duas foi derrotado. Em 2014 perdeu na prorrogação para o Ishikawa Seiryo, antigo colégio de Keisuke Honda, por 4x2. Em 2016, levou 5x0 do Aomori Yamada, escola de onde veio Gaku Shibasaki. "Achei que iam falar 'Vice de novo?', mas os jogadores deram o máximo...", disse ao fim do jogo, em meio às lágrimas, o técnico Kosuke Yamada, de 58 anos. O primeiro título foi ainda mais especial para ele, que trabalha no mesmo colégio há 36 anos (desde 1982). Depois de ser carregado e jogado para cima pelos membros da equipe, o treinador elogiou seus alunos e enfatizou a importância da escola na formação do caráter. "Os bons jogadores também são incríveis como seres humanos", declarou à imprensa.

"Como fotógrafo, jogos que terminam 1x0 são geralmente frustrantes, principalmente com um clima tão ruim, mas o jogo de hoje foi fantástico", assegurou Orlowitz. "Maebashi ditou o ritmo e criou uma chance atrás da outra, mas pararam duas vezes na trave/travessão e várias vezes no goleiro do Ryukei, que mereceria ser o melhor em campo se eles tivessem vencido. Uma verdadeira batalha extenuante de um ataque forte contra uma defesa forte, mas o Ryukei também ameaçou bastante nos contra-ataques. No geral, foi um ótimo jogo", avaliou.

Para Funaki, "no torneio deste ano, tivemos muitos times defensivos e poucos realmente organizados no ataque. O Maebashi Ikuei era um desses, com bons jogadores em todas as posições. Mesmo assim, só dois irão para o profissional agora, depois da formatura {os dois zagueiros, ambos do 3º ano, nascidos em 1999, já têm pré-contratos com clubes da J-League: Taiki Watanabe com o Albirex Niigata e Riku Matsuda com o Gamba Osaka}. O time tem muitos outros jogadores talentosos, mas a maioria vai jogar no máximo no futebol universitário", garantiu.


Até 6 jogos em 9 dias: formato controverso

Existe também um torneio colegial durante o verão (o Ryukei foi o último campeão), além de uma liga que inclui os times sub-18 da J-League (o FC Tokyo levou o título), mas o torneio colegial de inverno, o último do ano letivo, é o mais importante. Cada uma das 47 províncias do Japão tem sua eliminatória (no total, 4.093 escolas participaram este ano) e o campeão vai para o torneio nacional (com duas equipes de Tóquio, completando 48 times). Com jogos únicos e eliminatórios, todos na região metropolitana de Tóquio, a primeira rodada acontece nos dias 30 e 31 de dezembro. A final é no dia 8 de janeiro. Ou seja, é possível que um time faça até seis jogos em um período de nove dias. Os dois finalistas, Maebashi e Ryukei, entraram direto na segunda rodada e fizeram cinco partidas em sete dias.

Na tentativa de "amenizar" um pouco o cansaço, os jogos até as quartas de final duram 80 minutos, sem prorrogação. Só na semifinal e final é usado o modelo tradicional de 90 minutos mais prorrogação e pênaltis. Yuichiro Honda, técnico do Ryukei, criticou o regulamento: "Será que estamos mesmo desenvolvendo jogadores dessa forma?", ele questionou. "Se o formato do torneio fosse diferente, teríamos muitos times melhores", concluiu. Yuto Nagatomo, lateral da seleção e da Internazionale, também se posicionou contra o calendário da competição. Em sua conta oficial no Twitter, ele disse: "Apesar da comoção com o futebol colegial, fiquei assustado ao ver o calendário das duas escolas finalistas. Cinco jogos em uma semana... Sei que há muitas razões por trás disso, mas gostaria que pensassem um pouco mais nos jogadores."
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Pandora da Fiel

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Mensagem publicada em 14/01/2018 10:41
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Atacante japonês de 50 anos renova contrato com Yokohama FC por mais uma temporada



KAZU MITO ÇUPREMO D+

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Mensagem publicada em 14/01/2018 18:04
Após passagem pelo Nice, Sneijder estreia no Catar com vitória de virada


Depois de uma rápida passagem pelo Nice, com apenas oito partidas disputadas, Wesley Sneijder fez sua estreia no Catar como titular, capitão e vencendo de virada. Jogando em seu estádio, o Ahli abriu o placar, mas o Al Gharrafa foi buscar a vitória por 2 a 1 com o holandês iniciando a jogada do primeiro gol dos visitantes.

O Ahli fez 1 a 0 aos 15 do primeiro tempo, com Chikhaoui aproveitando a sobra na área após a cobrança de falta. O empate saiu aos 12 da segunda etapa, quando Sneijer fez bom lançamento para Othman Alawi na direita, e ele tocou na área para Ahmed Alaaeldin deixar tudo igual. Alaaeldin voltou a aparecer aos 24, depois que o cruzamento da direita passou pelo holandês e sobrou para ele, livre na área, garantir a virada.
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Mensagem publicada em 15/01/2018 08:50
TINHA Q VIR JOGAR NO BOGAUM

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Mensagem publicada em 15/01/2018 15:59
Time chinês comemora a promoção para a segunda divisão ao lado de milhões de libras

Os jogadores do Meixian Techand ficaram muito satisfeitos com a premiação e tiraram fotos ao lado do dinheiro




O Sports Illustrated informou que cada jogador recebeu 3 milhões de libras em bônus, com mais ofertas se chegassem a primeira divisão. Um jogador sorriu enquanto se debruçava sobre os maços de dinheiro, enquanto outro mal conseguia conter o prazer enquanto o contava.

http://www.mirror.co.uk/sport/football/news/chinese-side-celebrate-promotion-second-11436036

https://www.youtube.com/watch?v=
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Mensagem publicada em 15/01/2018 16:11
Aloísio troca de clube na China e jogará a Segundona em 2018


De acordo com site, Boi Bandido é o novo reforço do Meizhou Meixian Techand, que já conta com outros dois brasileiros

Aloísio Boi Bandido trocou de clube na China. Cobiçado no Brasil, o atacante de 29 anos deixou o Hebei Fortune para acertar com o Meizhou Meixian Techand, equipe recém-promovida à Segunda Divisão chinesa. A informação é do site "China Brasil Futebol".

Sondado pelo São Paulo, Aloísio encontrará os compatriotas Victor Ramos, zagueiro ex-Palmeiras, Vasco, Vitória e Chapecoense, e Muriqui, atacante ex-Atlético-MG, Vasco e que estava no Guangzhou Evergrande, também da China.

Já Aloísio, revelado pelo Grêmio, irá para a sua quinta temporada na China, onde está desde 2014, quando deixou o São Paulo em ótima fase. O primeiro time do atacante por lá foi o Shandong Luneng; o segundo, o já citado Hebei Fortune, clube no qual marcou 41 gols em 85 partidas.

Agora Boi Bandido jogará em Meizhou, cuja população é de 4,3 milhões de habitantes. O Meixian Techand, de acordo com o site especializado no futebol chinês, planeja ser uma potência local e continental apostando em brasileiros.

http://www.lance.com.br/futebol-internacional/aloisio-troca-clube-china-jogara-segundona-2018.html

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O Terror do Morumbi

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Mensagem publicada em 16/01/2018 12:37
Segunda divisão da China>>>SPFC

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Mensagem publicada em 16/01/2018 15:11
Na Arábia Saudita, até comemoração de gol é motivo para prisão

Assassinato, assalto, tráfico de drogas, estupro, racismo, desvio de dinheiro público, deixar de pagar pensão alimentícia ao filho. São vários os motivos que podem levar alguém para a prisão.

Na Arábia Saudita, essa lista de crimes coibidos com a reclusão inclui até mesmo uma comemoração de gol.


Um jogador do Al-Nojoom, lanterna da segunda divisão saudita, corre risco de até ser preso depois de ter festejado um gol marcado por seu time com um gesto proibido pelas autoridades do país.

O atacante Saad al-Harbi festejou um dos gols da sua equipe na Copa do Rei da Arábia Saudita fazendo o "dab", um passo de dança que se tornou mania entre adolescentes e jovens do mundo todo nos últimos dois anos.

O gesto, que consiste em dobrar um dos braços e colocar seu rosto atrás de um dos cotovelos, enquanto o outro braço fica completamente esticado, é um pouco parecido com o "raio" de Usain Bolt e apareceu na comemoração de gols de vários astros do futebol mundial, como o francês Paul Pogba e o espanhol Sergio Ramos.

Só que o DAB é terminante proibido na Arábia Saudita por estar "relacionado ao consumo de drogas por jovens", segundo as leis do país. No ano passado, um cantor chegou a ser preso por lá depois de fazer o gesto.

Localizada no Oriente Médio, a Arábia Saudita é um reino cheio de restrições para sua população de mais de 28 milhões de pessoas. E elas vão além das imposições já trazidas pela religião islâmica.

Para se ter uma ideia, nenhum jogador de futebol nascido no país e com cidadania apenas saudita tem direito de atuar no exterior. Por isso, a seleção que vai disputar a Copa-2018 deve ser formada apenas por atletas locais, fato raro em tempos de futebol tão globalizado.

Já a presença feminina em estádios é uma novidade recente, muito recente, e só foi liberada após um decreto feito em setembro. O primeiro jogo de futebol que contou com mulheres nas arquibancadas foi disputado quatro meses mais tarde, na última sexta-feira.

https://blogdorafaelreis.blogosfera.uol.com.br/2018/01/16/na-arabia-saudita-ate-comemoracao-de-gol-pode-levar-alguem-para-prisao/
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Mensagem publicada em 16/01/2018 18:41
feminismo infiltrando-se no pais mais machista do mundo, vamos ver quanto tempo dura o estado teocrático deles.



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Regulamento Paulistão 1990 (aprovado em 25.10.1989 pelo Conselho Arbitral = os 24 clubes da 1ª Divisão + FPF):
"Art. 50... § 2º No campeonato da primeira divisão de futebol profissional de 1990, não haverá descenso à divisão especial de futebol profissional..."

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O Terror do Morumbi

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Mensagem publicada em 18/01/2018 13:55
como tá o nosso Zizao?

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Mensagem publicada em 18/01/2018 14:16
Aloisio fala o que o cativou a seguir na China

Boi Bandido assinou com o Meizhou Techand e disputará sua quinta temporada na China

Aloisio já posou como jogador do Meizhou Meixian Techand (Foto: Divulgação / Meizhou Meixian Techand)

Um dos destaques do futebol chinês nas últimas temporadas, Aloisio, de 29 anos, seguirá atuando no país asiático pelo quinto ano consecutivo. Nesta semana, o Boi Bandido acertou contrato até o fim de 2019 com o Meizhou Meixian Techand, recém-promovido à Segunda Divisão local.

Desde o fim da temporada passada, quando seu contrato com o Hebei Fortune se encerrou, Aloisio foi procurado por clubes da Europa e do Brasil, mas resolveu seguir na China. E ele comentou a decisão.

- Estou contente porque o meu objetivo era permanecer na China por mais alguns anos. Fico feliz por ter conseguido e agora é hora de treinar forte para fazer uma boa temporada - disse, completando:

Continuarei me dedicando muito para seguir evoluindo - completou o jogador, que terá a companhia dos compatriotas Victor Ramos e Muriqui.

O primeiro time do atacante na China foi o Shandong Luneng; o segundo, Hebei Fortune, clube no qual marcou 41 gols em 85 partidas.

Agora Boi Bandido jogará em Meizhou, cuja população é de 4,3 milhões de habitantes. O Meixian Techand, de acordo com o site "China Brasil Futebol", planeja ser uma potência local e continental apostando em brasileiros.

http://www.lance.com.br/futebol-internacional/aloisio-fala-que-cativou-seguir-china-recado-sao-paulo.html
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VeIho Sábio

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Mensagem publicada em 18/01/2018 14:28
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como tá o nosso Zizao?

Atualmente ele joga no Guangzhou R&F e vem gastando a bola no chinesão
https://www.youtube.com/watch?v=

Pandora da Fiel

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Mensagem publicada em 19/01/2018 08:26
Ops! Parece que há algum erro em suas tags de formatação de texto! Verifique o erro (abaixo em vermelho) para que sua mensagem seja exibida corretamente.

[quote="VeIho Sábio"][quote="O Terror do Morumbi"][b]como tá o nosso Zizao?[/b][/quote] Atualmente ele joga no Guangzhou R&F e vem gastando a bola no chinesão [url="https://www.youtube.com/watch?v=[youtube]zZkR2wfVILQ[/youtube][/quote]"]https://www.youtube.com/watch?v=[youtube]zZkR2wfVILQ[/youtube][/quote][/url] MITO D+
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