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25/10/2014 11:27

PETROLÃO - Dilma e Lula comandam a ORCRIM; grampo desmascara o que todos sabiam; SÉRGIO MORO é HERÓI

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Excelsior

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Furo da revista VEJA - 23/10/2014:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/dilma-e-lula-sabiam-de-tudo-diz-alberto-youssef-a-pf


Matéria completa da revista VEJA - 24/10/2014:
http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/youssef-o-planalto-sabia-de-tudo-delegado-quem-do-planalto-youssef-lula-e-dilma


Reportagem da FOLHA DE S.PAULO confirmando a reportagem da VEJA - 25/10/2014:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/10/1538000-lula-sabia-de-esquema-desde-2005-diz-doleiro.shtml


Reportagem do ESTADÃO confirmando a reportagem da VEJA - 25/10/2104:
http://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/doleiro-diz-que-lula-ordenou-pagamento-a-agencia-suspeita/

Mensagem editada pelo usuário Excelsior em 17/03/2016 18:38.
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Excelsior

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Mensagem publicada em 25/10/2014 11:36
Comunistas da UJS (União da Juventude Socialista), divisão do PCdoB, partido parceiro e afinado com o criminoso PT, picham e vandalizam sede da Editora Abril, detentora da Veja, em represália à reportagem da revista, cujo conteúdo, de 24/10/2014, foi reforçado pelas edições de 25/10/2014 de Folha e Estadão.






Fontes:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/2014/10/1537985-sede-da-abril-e-pichada-em-protesto-contra-reportagem-da-veja.shtml
http://oglobo.globo.com/brasil/sede-da-editora-abril-pichada-em-sp-em-retaliacao-revista-veja-14356720
http://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,grupo-picha-e-joga-pedras-e-papeis-em-predio-da-revista-veja,1582508
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Mensagem publicada em 25/10/2014 12:03
A resposta de VEJA
Sobre a fala da presidente no horário eleitoral

24/10/2014

A presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, ocupou parte de seu horário eleitoral para criticar VEJA, em especial a reportagem de capa desta semana. Em respeito aos nossos leitores, VEJA considera essencial fazer as seguintes correções e considerações:

1) Antecipar a publicação da revista às vésperas de eleições presidenciais não é exceção. Em quatro das últimas cinco eleições presidenciais, VEJA circulou antecipadamente, no primeiro turno ou no segundo.

2) Os fatos narrados na reportagem de capa desta semana ocorreram na terça-feira. Nossa apuração sobre eles começou na própria terça-feira, mas só atingiu o grau de certeza e a clareza necessária para publicação na tarde de quinta-feira passada.

3) A presidente centrou suas críticas no mensageiro, quando, na verdade, o cerne do problema foi produzido pelos fatos degradantes ocorridos na Petrobras nesse governo e no de seu antecessor.

4) Os fatos são teimosos e não escolhem a hora de acontecer. Eles seriam os mesmos se VEJA os tivesse publicado antes ou depois das eleições.

5) Parece evidente que o corolário de ver nos fatos narrados por VEJA um efeito eleitoral por terem vindo a público antes das eleições é reconhecer que temeridade mesmo seria tê-los escondido até o fechamento das urnas.

6) VEJA reconhece que a presidente Dilma é, como ela disse, "uma defensora intransigente da liberdade de imprensa" e espera que essa sua qualidade de estadista não seja abalada quando aquela liberdade permite a revelação de fatos que lhe possam ser pessoal ou eleitoralmente prejudiciais.


http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/a-resposta-de-veja
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Mensagem publicada em 25/10/2014 22:06
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Regulamento Paulistão 1990 (aprovado em 25.10.1989 pelo Conselho Arbitral = os 24 clubes da 1ª Divisão + FPF):
"Art. 50... § 2º No campeonato da primeira divisão de futebol profissional de 1990, não haverá descenso à divisão especial de futebol profissional..."

Divisão Especial = Série B (A-2 só existe desde 94)
Total equipes em 1990: 24
Posição final São Paulo: 15º (à frente de 9 equipes)

http://blogdobirner.virgula.uol.com.br/2007/11/06/1990-o-ano-em-que-o-sao-paulo-nao-caiu/

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Mensagem publicada em 26/10/2014 03:10
Edson-SPFC
http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2014/10/doleiro-alberto-youssef-passa-mal-e-e-levado-para-hospital-em-curitiba.html




Celso Daniel pagou com a vida o preço de ameaçar relatar os esquemas dos comunistas petistas, para quem a criminalidade é, foi e sempre será justificada. Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa correm risco de vida.
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Mensagem publicada em 26/10/2014 03:40
25/10/2014, às 21:19

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/ex-advogado-da-campanha-de-dilma-que-esta-no-tse-censura-campanha-publicitaria-da-veja-e-concede-direito-de-resposta-ao-pt-revista-recorre-ao-supremo/

EX-ADVOGADO DA CAMPANHA DE DILMA, QUE ESTÁ NO TSE, CENSURA CAMPANHA PUBLICITÁRIA DA VEJA E CONCEDE DIREITO DE RESPOSTA AO PT. REVISTA RECORRE AO SUPREMO


O TSE decidiu censurar a publicidade habitual que a revista VEJA faz de suas edições, a exemplo de qualquer outro veículo de comunicação. Por quê? Porque traz a reportagem informando que, segundo Alberto Youssef, Dilma Rousseff e Lula sabiam da roubalheira na Petrobras. O texto também informa que o doleiro se dispôs a ajudar a polícia a localizar contas secretas do PT no exterior.

Segundo o ministro Admar Gonzaga, "ainda que a divulgação da VEJA apresente nítidos propósitos comerciais, os contornos de propaganda eleitoral, a meu ver, atraem a incidência da legislação eleitoral, por consubstanciar interferência grave em detrimento de uma das candidaturas".

Gonzaga foi advogado da campanha presidencial de Dilma em 2010. A justificativa é absurda: "em detrimento de uma das candidaturas" por quê? Quer dizer que, se houvesse um outro doleiro que disse algo parecido sobre o PSDB, aí tudo bem? Uma revista agora fica obrigada a fabricar escândalos "do outro lado" quando topa com o escândalo "de um dos lados"? O nome disso é censura.

A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) classificou a decisão provisória do TSE de "inconstitucional". Segundo a entidade, "a intervenção do TSE, além de extemporânea, fere a liberdade de imprensa, agride o Estado de Direito e conspurca os princípios que regem a atividade econômica em nosso país".

Direito de resposta?
Admar Gonzaga está mesmo inquieto. Há pouco, concedeu à campanha de Dilma direito de resposta, determinando que o site da VEJA publique a contestação da reportagem. A revista recorreu ao Supremo contra as duas decisões.

Tenham a santa paciência. Parece que está caracterizado um ânimo de perseguição do PT contra a VEJA. Como o ministro Admar Gonzaga explica o fato de que, neste sábado, Folha e Estadão tenham publicado reportagens que endossam o que publicou VEJA, sem que os petistas tenham recorrido à Justiça?

A decisão do ex-advogado da campanha de Dilma embute um entendimento sobre o papel da imprensa: proteger candidatos de si mesmos, de suas respectivas trajetórias, de seus atos. O que ele queria? Que a revista tivesse escondido a informação?

Lembro aqui dois dispositivos constitucionais.

Inciso IX do Artigo 5º da Constituição:
"IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;"

Artigo 220:
"A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
§ 1º - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5º, IV, V, X, XIII e XIV.
§ 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística."


Ou Admar Gonzaga não leu esses dois trechos ou decidiu não concordar com eles.

Por Reinaldo Azevedo
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Mensagem publicada em 26/10/2014 03:42
26/10/2014 - 02:26

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/direito-de-resposta

Direito de resposta

VEJA veicula a resposta conferida à Dilma Rousseff, para o fim de serem reparadas as informações publicadas na edição nº 2397 - ano 47 - nº 44 - de 29 de outubro de 2014.

A democracia brasileira assiste, mais uma vez, a setores que, às vésperas da manifestação da vontade soberana das urnas, tentam influenciar o processo eleitoral por meio de denúncias vazias, que não encontram qualquer respaldo na realidade, em desfavor do PT e de sua candidata.

A Coligação "Com a Força do Povo" vem a público condenar essa atitude e reiterar que o texto repete o método adotado no primeiro turno, igualmente condenado pelos sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por terem sido apresentadas acusações sem provas.

A publicação faz referência a um suposto depoimento de Alberto Youssef, no âmbito de um processo de delação premiada ainda em negociação, para tentar implicar a Presidenta Dilma Rousseff e o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva em ilicitudes. Ocorre que o próprio advogado do investigado, Antônio Figueiredo Basto, rechaça a veracidade desse relato, uma vez que todos os depoimentos prestados por Yousseff foram acompanhados por Basto e/ou por sua equipe, que jamais presenciaram conversas com esse teor.
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Mensagem publicada em 26/10/2014 03:44
26/10/2014 - 02:27

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/resposta-do-direito

Resposta do direito

A fragilidade da liberdade de expressão durante as eleições

O Direito de Resposta que se lê neste link é resultado de uma decisão individual de Admar Gonzaga, ex-advogado da campanha de Dilma Rousseff em 2010 e hoje ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nomeado por Dilma Rousseff. Decisão judicial se cumpre. Ela foi baseada em jurisprudência firmada no TSE, segundo a qual "sempre que órgão de imprensa se referir de forma direta a candidatos, partidos ou coligações que disputam o pleito, com ofensa ou informação inverídica, extrapolando o direito de informar, haverá campo para atuação da Justiça Eleitoral para processar e julgar direito de resposta".

O ministro Admar Gonzaga decidiu-se pela concessão do Direito de Resposta depois de examinar o pedido da coligação da candidata Dilma Rousseff por duas horas, tempo em que também redigiu as nove laudas de seu despacho - ao ritmo de 13 minutos por lauda. VEJA recorreu ao pleno do TSE e ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que, entretanto, sem a decisão definitiva, não susta a publicação do texto.

A defesa da revista baseou-se em três fatos: 1) Ocorreu o depoimento do doleiro Alberto Youssef no âmbito do processo de delação premiada ainda em negociação; 2) As afirmações atribuídas a Youssef pela revista foram anexadas ao processo de delação premiada e; 3) o advogado do investigado, Antônio Figueiredo Basto, não rechaçou a veracidade do relato.

Em seu aspecto doutrinário, lamenta-se a fragilidade a que se submete, em período eleitoral, o preceito constitucional da liberdade de expressão, ao se permitir que, ao cabo de poucas horas, de modo monocrático, um ministro decida merecerem respostas informações jornalísticas que, em outras circunstâncias, seriam simplesmente verdades inconvenientes - passíveis, é claro, de contestação, mesmo quando fruto apenas de dúvida hiperbólica, mas sempre mediante a análise detida de provas e tomadas de testemunhos.
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J.F Chonnen

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Mensagem publicada em 26/10/2014 08:36
Youssef já morreu, só estão esperando acabar as eleições para dar a notícia.
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C.A.M

S.E.P

Xantoxino

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Mensagem publicada em 31/10/2014 21:34
PORQUE NÃO CONSIGO ENGOLIR O VOTO "ESCLARECIDO" EM DILMA

Prezados,
Eu relutei muito em escrever isso, por várias razões. Em primeiro lugar, porque tenho amigos que são petistas ferrenhos. Pessoas que estudaram comigo, amigos mais recentes, pessoas de quem gosto e que admiro e que já manifestaram o voto "esclarecido" em Dilma.

Em segundo lugar, porque sei que vou atrair para mim uma saraivada de comentários preconceituosos e de discussões acaloradas, muitas vezes irracionais. Entretanto, acho que estamos em um momento crucial para o país e não podemos nos furtar a nos manifestar (enquanto podemos fazê-lo livremente...).

Vou começar dizendo que respeito - e muito! - o voto que chamo de "não esclarecido" em Dilma. É o voto típico do cidadão que no máximo tem o ensino fundamental e é habitante das cidades com menos de 50.000 habitantes, em especial do Nordeste, onde Dilma tem maioria absoluta. Esse cidadão é beneficiário dos programas sociais do Governo e vota com medo de perder esses programas, como martelado pela propaganda petista.

Esse cidadão não entende que independência do Banco Central não vai tirar comida da mesa dele. Esse cidadão acredita que o PSDB vai cortar os programas sociais, vai discriminar pobres, negros e nordestinos e vai piorar a vida dele. Esse cidadão não entende o que é o "mensalão" e o "petrolão" e acha que todo governo é mesmo corrupto. Enfim, esse cidadão acredita que a Marina é vendida aos banqueiros, que o Aécio é um "filhinho de papai" que bate em mulher, que a Dilma é uma gerente eficiente e tudo o mais que o João Santana lhe impinge todos os dias, em programas de televisão caríssimos.
Entretanto eu não respeito - sinto, não respeito, mas acato por amor à democracia - o voto na Dilma do cidadão urbano, das cidades com mais de 500.000 habitantes e nível de escolaridade superior. Os argumentos são muitos.

Em primeiro lugar, desonestidade intelectual. Qualquer um que colabore com essa campanha sórdida que o PT está fazendo de desconstrução dos adversários e de mentiras deslavadas sobre tudo e sobre todos é intelectualmente desonesto.

Eu fico realmente incomodado quando vejo pessoas inteligentes e supostamente esclarecidas tentando defender que o petrolão é a mesma coisa que o aeroporto (vai, faz por pista de pouso!) de Cláudio, que é necessário um "marco regulatório" para a imprensa, que é dominada pela "direita", que a economia está ruim por conta da crise mundial, que o voto em Dilma é "progressista" e que o voto em Aécio é "conservador" ou "reacionário".

O "mensalão", como agora o "petrolão", têm uma importância crucial neste país. Obviamente, não é a corrupção "comum", para fazer mais rico o Paulinho, amigo do Lula e convidado do casamento da filha da Dilma. Não é uma empresa comprando a fábrica de videogames do filho do Lula por vários milhões,para depois deixá-la falir. Não, o objetivo dos desvios em uma companhia aberta de economia mista, em que recentemente os trabalhadores foram chamados a investir com o saldo dos seus FGTS é um só: fazer caixa para o partido e para as campanhas eleitorais e corromper parlamentares e governadores (inclusive, aparentemente, do PSDB) para que ajam como o governo quer. Isso é muito, mas muito mais grave do que o Paulinho ficar rico às nossas custas! Isso é um projeto de tomada e manutenção do poder por um grupo e só não vê quem não quer! Isso é corroer as instituições do país para manutenção de um grupo no poder. Só isso, por si só, seria motivo para a Dilma não ter nenhum voto "esclarecido" e para a população, desta vez com muito mais razão, ir às ruas protestar.

Um partido que teve sua cúpula julgada e condenada pela mais alta corte do país e que, logo depois se vê envolvido em outro escândalo de ainda maior monta, agora de desvio de recursos da maior empresa do país para o mesmo fim não poderia receber um voto "esclarecido" sequer! A menos que sejam daqueles que coadunam da idéia de que os meios justificam os fins e que vale tudo para chegar ao nirvana da esquerda (que coisa mais antiga isso, de direita e esquerda...).

A pista de pouso (sim, porque chamar de aeroporto é até engraçado) de Cláudio chega a ser pueril neste contexto. Pode-se discutir se Cláudio comporta ou não uma pista de pouso de R$ 18 milhões e se o Aécio se beneficia ao pousar lá quando vai para a fazenda da família. Talvez não devesse mesmo ter sido construída.
Mas só o Paulinho está devolvendo aos cofres públicos R$ 70 milhões, meu Deus! Isso para não falar dos bilhões que foram parar (segundo o Paulinho) nos cofres do partido. Comparar uma coisa com a outra é desonestidade intelectual.

Quem elegeu o Paulinho? O acionista controlador, leia-se, a União. Quem era o Presidente do Conselho de Administração na gestão do Paulinho? A atual Presidente da República. Qual é uma das funções do Conselho de Administração? Fiscalizar a gestão dos diretores. Como o Paulinho foi demitido? Ele renunciou e recebeu do acionista controlador agradecimentos penhorados pelos "relevantes serviços prestados". Cadê a nossa "gerenta"? Ela não sabia? Nunca ficou sabendo que o Paulinhodava dinheiro para o partido dela e para a campanha dela e para comprar apoio para ela? Alguém acredita nisso? Alguém acredita que foi ela que "mandou investigar"? Alguém acha que as combinações de perguntas e respostas na CPI da Petrobrás não é um ataque às nossas instituições e que a "gerentona", de novo, não sabia que um funcionário do Planalto participou disso?

Agora, se querem comparar o aeródromo de Cláudio com alguma coisa, quer uma comparação que faz sentido? Ofinanciamento à construção do aeroporto de Havana, do metrô de Caracas ou do porto de Mariel. Porque cargas d

Excelsior

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Mensagem publicada em 01/11/2014 20:51
Em atos pelo Brasil, manifestantes pedem saída de Dilma

Fonte: UOL

Manifestantes pedem o impeachment de Dilma e o fim do PT (Partido dos Trabalhadores), partido narco-traficante. Manifestações, que contaram com celebridades com Lobão e Eduardo Bolsonaro, ocorreram em São Paulo (Avenida Paulista), Curitiba e Brasília.































Bolsonaro.
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Mensagem publicada em 01/11/2014 20:54
Sergio Moro, o juiz na mira dos acusados do petrolão




Os envolvidos no escândalo que desviou bilhões da Petrobras se movimentam para impedir o avanço das investigações. O alvo principal é o magistrado responsável pelo processo

A história recente do Brasil tem algumas lições para o juiz federal Sérgio Fernando Moro.

Relator do processo do mensalão, o ex-ministro Joaquim Barbosa recebeu do PT a alcunha de traidor e foi atacado, de forma impiedosa, antes mesmo de decretar a prisão da cúpula do partido. Autor do pedido de condenação no caso, o então procurador-geral Roberto Gurgel foi transformado por petistas e asseclas em personagem de uma CPI, sendo ameaçado, inclusive, com um processo de impeachment. Os dois resistiram, e o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou os mensaleiros. Descrita como "ponto fora da curva", a decisão, em vez de atenuar, agravou uma lógica perversa - quanto maior o esquema de corrupção, maior o peso de certas forças para engavetá-lo. Moro agora é quem carrega as responsablidades que foram de Barbosa e Gurgel. Ele está na mira dos interesses contrariados.

Nascido em Maringá, no norte do Paraná, Moro é um dos maiores especialistas do país na área de lavagem de dinheiro. Obstinado pelo trabalho e discreto a ponto de a maioria de seus colegas desconhecerem detalhes de sua vida pessoal, como a profissão da esposa (advogada) e a quantidade de filhos (dois). Aos 43 anos de idade e dezoito de profissão, Moro é um daqueles juízes intocáveis, incorruptíveis, com uma carreira cujos feitos passados explicam seu comportamento no presente e prenunciam um futuro brilhante. Moro conduziu o caso Banestado, que resultou na condenação de 97 pessoas de diversas maneiras rsponsáveis pelo sumiço de 28 bilhões de reais. Na Operação Farol da Colina, decretou a prisão temporária de 103 suspeitos de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro - entre eles, um certo Alberto Youssef. No ano passado, um processo sob a responsabilidade de Moro resultou no maior leilão de bens de um traficante já realizado no Brasil. Foram arrecadados 13,7 milhões de reais em imóveis que pertenciam ao mexicano Lucio Rueda Bustos, preso em 2006. Com sólida formação acadêmica, coroada por um período de dois anos de estudos na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Moro também atuou como auxiliar da ministra do STF Rosa Weber no processo mensalão. Com frequência, suas teses eram citadas por colegas dela nos debates em plenário.

Um roteirista de filme diria que o destino preparou o juiz Sérgio Moro para seu atual desafio - a Operação Lava Jato, que começou localmente em Curitiba, avançou por quase duas dezenas de estados e foi subindo, subindo na hierarquia política do Brasil até chegar a inimaginável situação de ter um ex-presidente e a atual ocupante do cargo citadas por um peixe grande caído na rede. Moro começou investigando uma rede de doleiros acusados de lavagem de dinheiro, mas enredou em um esquema de corrupção na Petrobras armado durante os governos do PT com o objetivo financiar campanhas políticas e, de quebra, enriquecer bandidos do colarinho branco. Lula teve o Mensalão. Dilma agora tem o Petrolão.


http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/sergio-moro-o-juiz-na-mira-dos-acusados-do-petrolao
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Mensagem publicada em 02/11/2014 21:27
Corrente do PT defende criação de jornal de massas,
hegemonia cultural e menos PMDB


Marcelo Moraes

30 outubro 2014 | 15:43

Articulação de Esquerda não é majoritária dentro do PT, mas tem capacidade de influenciar decisões do PT, especialmente em propostas que que propõe mudanças na mídia e na formação de alianças que reduzam papel do PMDB

Logo depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff, uma das correntes internas do PT, a Articulação de Esquerda, já se reuniu para fazer balanço das eleições e propor sugestões de ações para o partido e governo. A reunião foi feita no dia 27 e o texto, com o título "Comemoração e luta!", traz ideias que podem gerar bastante polêmica. O texto, que ainda está "em debate, sujeito a emendas e correções", foi publicado no blog de Valter Pomar, um dos principais integrantes da corrente, e que já ocupou diversos cargos importantes no comando nacional do PT.

A Articulação de Esquerda não é uma corrente majoritária dentro do PT, mas tem capacidade de influenciar bastante o rumo dos debates internos do partido. O Diretório Nacional da sigla tem reunião convocada para os dias 28 e 29 de novembro e deflagrará o início das conversas justamente a discussão sobre as prioridades que devem ser defendidas durante o segundo mandato da presidente Dilma. Os representantes da corrente acham que algumas dessas medidas precisam ser discutidas o mais rápido possível e defendem a antecipação da realização do 5º Congresso Nacional do PT para o primeiro trimestre de 2015.

Entre os 51 itens propostos pela corrente, alguns chamam a atenção, como o item 10, que defende a construção de uma "hegemonia cultural". "Não basta administrar bem, fazendo mais e melhores políticas públicas. É preciso construir hegemonia cultural e fazer reformas estruturais, com destaque para a reforma política e para a Lei da Mídia Democrática", diz o texto.

No item 28, a proposta é "inicie a construção imediata de um jornal diário de massas e de uma agência de notícias, articulados a mídias digitais (inclusive rádio e TV web), com ação permanente nas redes sociais, que sirvam de retaguarda e de instrumento do campo democrático-popular na batalha de ideias. E integre esta ação de comunicação política com o amplo movimento cultural que está em curso neste País e que foi tão importante no segundo turno".

O item 29 aborda mais diretamente ainda a questão da proposta de lei da mídia democrática que a corrente defende que o PT apóie. "Relance a campanha pela reforma política e pela mídia democrática, contribuindo para que o governo possa tomar medidas avançadas nestas áreas e para sustentar a batalha que travaremos a respeito no Congresso Nacional".

A corrente também defende que seja revista a tática política para as eleições municipais de 2016 e as nacionais de 2018, abrindo mão da parceria preferencial com o PMDB, iniciada na primeira vitória de Dilma. "De imediato, isso exige que nossa tática para 2016 e 2018 seja construída tendo como aliado preferencial não o PMDB, mas sim esta esquerda política e social que foi às ruas para garantir nossa vitória. Precisamos organizar uma frente popular, unificando os partidos de esquerda e os movimentos sociais, numa coalizão estratégica para disputar o comando do Estado", diz o texto.

"Não será um movimento fácil, pois temos o PMDB na vice e com grande influência num Congresso Nacional ainda mais conservador do que em anteriores legislaturas. Mas é um movimento necessário, pois não haverá vitória sem mudança e não haverá mudança tendo o PMDB como aliado prioritário, pois a maior parte do PMDB já opera contra nós há anos", acrescenta o texto.



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Eis o que chamo de organização criminosa.
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Mensagem publicada em 02/11/2014 21:31
Bolsonaro: "Serei o candidato da direita à Presidência em 2018".

Marcelo Moraes

30 outubro 2014 | 13:03

Deputado federal mais votado no Rio de Janeiro e criticado por comportamento homofóbico e autoritário, Bolsonaro quer atrair eleitor antipetista defendendo propostas como a redução da maioridade penal e trabalhos forçados para presidiários

Reeleito como o deputado federal mais votado no Rio de Janeiro, com 464 mil votos, o polêmico Jair Bolsonaro (PP), ex-capitão do Exército, já tem um plano político mais ousado. Para o blog, ele anunciou que será a candidato à Presidência em 2018 como "representante da direita". "Sou de direita mesmo e não tenho vergonha de dizer. Vou disputar o Planalto. Se meu partido não me apoiar, mudo de legenda para concorrer", afirma.

Na sua "plataforma", o deputado, conhecido e criticado por ter posturas consideradas homofóbicas e autoritárias, desfila uma série de planos extremamente controvertidos, como redução da maioridade penal, flexibilização das leis trabalhistas, alterações no Bolsa Família, defesa de trabalhos forçados para presidiários. É, como ele mesmo cita, uma candidatura de "direita, sem vergonha".

Para ele, existe um claro eleitorado que não aprova o governo petista. É atrás desse eleitor que Bolsonaro vai partir. "A maioria dos eleitores que votou no Aécio Neves fez isso por ser antipetista. Inclusive, eu. Quero ser essa alternativa".

A seguir, principais trechos da entrevista de Bolsonaro para o blog:

- O senhor foi reeleito como o deputado federal mais votado do Rio de Janeiro. Pensa em concorrer à Presidência em 2018?

Bolsonaro: "Serei candidato à Presidência em 2018. Só vou negociar dentro do meu partido o PP para ver como viabilizarei isso".

- Seu partido apoiou a presidente Dilma Rousseff na campanha. Acha que eles estão dispostos a lhe dar legenda para concorrer?

Bolsonaro: "Para ser franco, duvido que aceitem. Acho que vão compor novamente com o PT. Mas quero conversar com eles antes para ver se me autorizam a trocar de partido sem perder o mandato por infidelidade. Mas se eles não toparem, mudo de partido no último ano, perco o mandato por esse período, e concorro por uma legenda diferente".

- O senhor é criticado dentro do Congresso por suas posturas muitas vezes consideradas homofóbicas e autoritárias. Com esse perfil, acha que o eleitor não vai rejeitá-lo?

Bolsonaro: "Podem me chamar de maluco, de homofóbico. Mas eu tenho propostas. Se tivesse sido candidato, não teria dado sossego para a presidente Dilma nos debates e não darei para o Lula se ele for o candidato em 2018. Porque a maioria dos eleitores que votou no Aécio Neves fez isso por ser antipetista. Inclusive, eu. Eu quero ser essa alternativa".

- É verdade que Aécio Neves barrou sua presença ao lado dele num evento no Rio?

Bolsonaro: "É verdade. Eu já tinha sido reeleito e ele não me deixou subir no carro de som. Eu ainda falei para o pessoal dele: 'já estou reeleito. Não preciso disso para me promover'. Mas acabei não subindo".

- Se concorrer, qual será sua principal proposta de campanha? Que tipo de projeto vai defender?

Bolsonaro: "Na verdade, acho que a gente tem até lei demais. O Brasil precisa de menos leis. Mas vou defender redução da maioridade penal, por exemplo. Só não defendo adoção da pena de morte, embora seja a favor, porque é uma cláusula pétrea da Constituição e precisaria convocar uma constituinte para discutir o assunto. Mas gostaria de instituir, pelo menos, trabalhos forçados para os criminosos".

- O senhor vai se apresentar abertamente como um candidato de direita?

Bolsonaro: "Claro que vou. Sou de direita mesmo e não tenho vergonha de dizer isso".



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Korky Buchek

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Mensagem publicada em 03/11/2014 00:03
''direita'' nacional desenvolvimentista

Excelsior

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Mensagem publicada em 03/11/2014 22:49
Executiva do PT defende 'controle' do Banco Central, regulamentação da mídia
e um discurso mais à esquerda

Vera Rosa e Ricardo Della Coletta

http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1636381-executiva-do-pt-defende-controle-do-banco-central

Na primeira reunião após a reeleição da presidente Dilma Rousseff, a Executiva Nacional do PT cobrou maior influência do partido no segundo mandato, até mesmo nos rumos da política econômica, pregou o "controle" do Banco Central, a regulamentação da mídia e um discurso mais à esquerda. Em resolução aprovada nesta segunda-feira, a cúpula petista também defendeu temas que não contam com a aprovação de Dilma, como o fim do fator previdenciário e a jornada de 40 horas, sem redução dos salários.

"O PT deve buscar participar ativamente das decisões acerca das primeiras medidas do segundo mandato, em particular sugerir medidas claras no debate sobre a política econômica, sobre a reforma política e em defesa da democracia nos meios de comunicação", diz um trecho da resolução, antecipada pelo Portal do Estadão. "É preciso incidir na disputa principal em curso neste início do segundo mandato: as definições sobre os rumos da política econômica."

A portas fechadas, dirigentes do PT disseram que será preciso pressionar Dilma para ouvir o partido, dialogar com movimentos sociais, aprovar a "democratização" dos meios de comunicação e fazer mudanças na economia. Embora a presidente esteja disposta a montar um governo "mais Dilma", sem ceder a pressões, o PT fará de tudo para ter voz ativa no segundo mandato. "Nós vamos pressionar o governo. Queremos também discutir fator previdenciário e nova correção da tabela do Imposto de Renda e achamos que polêmica e atrito são normais", disse Jorge Coelho, um dos vice-presidentes do PT. "O PT precisa estar mais perto do governo e a presidente Dilma, mais perto do PT", emendou o secretário-geral do partido, Geraldo Magela.

Para o ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, que participou do encontro de hoje, o partido terá agora o desafio de "unir a base aliada" no Congresso, se não quiser sofrer novas derrotas. A escolha do ministro que substituirá Guido Mantega na Fazenda também é vista como primordial pelo comando da legenda. Apesar do economista Nelson Barbosa ser o preferido por nove entre dez petistas para o cargo, deputados do PT chegaram hoje a elogiar o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, o primeiro indicado por Luiz Inácio Lula da Silva para a cadeira de Mantega.

A resolução aprovada pela Executiva, no entanto, deixou claro que, no governo Dilma, o Banco Central não terá autonomia. No item 6 da resolução os petistas pregam o "controle democrático e republicano sobre as instituições que administram a economia brasileira, entre as quais o Banco Central, a quem compete, entre outras missões, combater a especulação financeira".

PSDB

O presidente do PT, Rui Falcão, disse que o PSDB do candidato derrotado, Aécio Neves, tentou criar um "factóide" quando pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma auditoria sobre os resultados das eleições. Foi um tom mais ameno do que o contido no documento que passou pelo crivo da Executiva, para quem a oposição caiu no "ridículo" com esse pedido. Falcão também evitou atacar com mais ênfase as manifestações que pediram o impeachment de Dilma e até a intervenção militar no País. "Numa democracia, os movimentos e a participação de setores da população, ainda que minoritários, são legítimos", afirmou ele. "Mas nós também estamos conclamando nossa militância em atos de defesa da democracia e da reforma política."

O PT criou hoje uma comissão para preparar a festa de posse de Dilma, em 1º de janeiro de 2015. Depois da vitória em uma disputa definida pelo PT como "duríssima", o partido quer fazer uma festa popular, resgatando o sentimento de "esquerda". Na reunião de hoje, dirigentes do PT disseram que todos precisam se debruçar agora sobre o motivo da rejeição à sigla, escancarado nessas eleições. Numa autocrítica, a resolução da Executiva diz que o partido necessita "retomar sua capacidade de fazer política cotidiana, sua independência frente ao Estado" e também "ser muito mais proativo no enfrentamento das acusações de corrupção, em especial no ambiente dos próximos meses em que setores da direita vão continuar premiando delatores".

Na campanha, o PT e o governo sofreram desgaste após a série de denúncias do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Yousseff, que apontaram um esquema de desvio de recursos na estatal para favorecer aliados do governo. O nome do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi citado pela dupla como operador do esquema.
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Xantoxino

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Mensagem publicada em 09/11/2014 20:36
hoje o Grêmio estuprou o Inter, então nem se o PT anunciar que viramos República Popular do Brasil, eu fico triste.

Excelsior

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Mensagem publicada em 12/11/2014 18:22
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Edson-SPFC

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Mensagem publicada em 14/11/2014 15:17
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Regulamento Paulistão 1990 (aprovado em 25.10.1989 pelo Conselho Arbitral = os 24 clubes da 1ª Divisão + FPF):
"Art. 50... § 2º No campeonato da primeira divisão de futebol profissional de 1990, não haverá descenso à divisão especial de futebol profissional..."

Divisão Especial = Série B (A-2 só existe desde 94)
Total equipes em 1990: 24
Posição final São Paulo: 15º (à frente de 9 equipes)

http://blogdobirner.virgula.uol.com.br/2007/11/06/1990-o-ano-em-que-o-sao-paulo-nao-caiu/

Excelsior

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Mensagem publicada em 15/11/2014 17:37
Com Bolsonaro, protesto contra dilma reúne mais de 6.000 em SP


Márcio Neves
Do UOL, em São Paulo
15/11/201415h22 > Atualizada 15/11/201416h22

Pelo menos 6.000 pessoas protestam contra o governo de Dilma Rousseff e contra os escândalos de corrupção da Petrobras neste sábado (15), em São Paulo, segundo estimativa da Polícia Militar. O protesto acontece na avenida Paulista, e segue em dois grupos: um que parte da avenida rumo à praça da Sé e outro que segue até o Segundo Comando Militar do Sudeste, próximo ao parque Ibirapuera, na zona sul.

O tom do protesto, no entanto, mudou em relação às últimas manifestações contra a petista, que pediam o impeachment ou anulação do pleito. Auto-falantes de carros de som avisam que respeitam os resultados eleitorais e que não vão pedir pela saída da presidente. "Hoje só queremos o fim da corrupção e zelar pela democracia", bradam.

O senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), que foi candidato à vice-presidência na chapa de Aécio Neves, participa do evento. Segundo o tucano, o protesto "é uma oportunidade da população protestar contra os recentes escândalos da Petrobras".

O deputado federal Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) estão em um dos cinco carros de som que andam no sentido da avenida Brigadeiro Luis Antônio, na região central.

Grande parte dos manifestantes seguram bandeiras do Brasil e usam roupas nas cores verde e amarela. Alguns deles queimaram uma bandeira da campanha de Dilma e pisaram no que restou dela aos gritos "Fora Dilma", "fora PT".
Avenida parcialmente interditada

A avenida Paulista está interditada a partir do Museu de Arte de São Paulo (Masp) até a avenida Brigadeiro Luís Antônio, nos dois sentidos. A PM mantém uma unidade móvel em frente ao museu com câmeras, e dois PMs filmam os manifestantes.

Na última manifestação semelhante cerca de 2.500 pessoas participaram do protesto, segundo estimativa da Polícia Militar. Além do impeachment de Dilma, parte dos presentes defendeu um golpe militar para retirar Dilma do poder.

Esquerda versus direita

Na quinta-feira (13), diversas organizações de esquerda, entre elas o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e a CUT (Central Única dos Trabalhadores) fizeram um protesto em resposta à manifestações pela derrubada do governo. Segundo a PM, cerca de 12 mil pessoas foram ao protesto.

No ato, os manifestantes defenderam a realização de uma série de reformas populares, entre elas a política --por meio de uma constituinte e de um plebiscito--, a urbana, a agrária e a tributária. Os presentes também defenderam a democratização da comunicação e a desmilitarização da polícia.


http://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2014/11/15/com-bolsonaro-protesto-contra-dilma-reune-mais-de-6000-mil-em-sp.htm
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